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WINTEL 2018 anuncia nova análise de quotas de mercado global do setor de música independente

Independentes representam 39,9% da música global editada

O retorno financeiro geral aumenta 10,9% ano após ano, as receitas de streaming aumentam 46%.

Londres, 4 de dezembro de 2018 – WINTEL 2018 é o terceiro relatório produzido pela Worldwide Independent Network (WIN), mapeando a participação no mercado global do setor independente nos direitos autorais, em vez do foco na distribuição.

Este novo relatório foi criado pela WIN com o objetivo de analisar o impacto económico e cultural do setor de música independente ao nível global. Uma iniciativa de Mark Mulligan, da MIDiA Research, e de autoria da Music Ally. Os resultados, recolhidos em 33 países, representam a avaliação mais abrangente do setor global de editoras independentes.

Esta pesquisa demonstra que os independentes aumentaram a sua participação no mercado global de 39,6% em 2016 para 39,9% em 2017, com esse crescimento superaram o das principais marcas, cujas receitas cresceram apenas 9,7% no mesmo período.

As receitas globais também aumentaram de US $ 6,2 bilhões em 2016 para US $ 6,9 bilhões em 2017, o que equivale a um significativo crescimento de ano para ano de 10,9%.

É de notar também que o setor independente superou o mercado global de música, que cresceu 10,2% no ano passado.

Um outro alerta para a indústria da música é a rápida ascensão dos chamados mercados emergentes, com a China na linha da frente com um aumento de 36% no crescimento da receita, Ásia e Australia também com um aumento de receita de 5,4% e crescimento de streaming de 38%, enquanto a América Latina está à frente com um crescimento geral de 17% e um aumento de quase 50% nas receitas de streaming.

É importante enfatizar que este relatório mais uma vez se concentra no critério de valor baseado na propriedade de direitos, em vez de na distribuição ao analisar a participação de mercado.

Esta é uma distinção crucial porque, quando as empresas independentes usam grandes editoras ou empresas pertencentes a grandes editoras em vários territórios do mundo para distribuir as suas músicas, estes principais players incluem o valor das receitas derivadas da distribuição de direitos de propriedade independente na avaliação da quota de mercado das principais editoras.

A reivindicação de participação de mercado por parte destas empresas internacionais, que representa 8,6% do mercado total e 22,2% da quota de mercado independente, distorce o quadro real do valor de mercado.

A análise da WINTEL por referência à propriedade de direitos fornece uma visão geral muito mais precisa do mercado.

Também é importante uma vez que a participação de mercado é usada pelas principais empresas de música digital, como Apple, Google e Spotify, em negociações com o setor independente e, muitas vezes, determina os níveis de remuneração pagos por essas empresas aos detentores de direitos.

No final de 2017, os serviços de assinatura de streaming de música somavam 176 milhões de assinantes em todo o mundo, acima dos 64 milhões em 2016. Este crescimento viu as receitas de streaming para as empresas independentes crescerem 46% em 2017 para US $ 3,1 mil milhões, que agora representa pouco menos de 44 % da receita total do setor, comparado a 33% em 2016.

É cada vez mais provável que o streaming represente mais de 50% das receitas do setor independente,uma vez que as vendas físicas continuam a decrescer.

Uma razão provável para este crescimento contínuo é o fato de que as edições independentes se ajustaram para receber e aproveitar o streaming, com 47% dos entrevistados afirmando que melhorou significativamente o seu retorno financeiro, em valores que sobem para 73% para editoras onde o streaming representa mais de 30% das suas receitas.

Estes números sugerem uma tendência encorajadora para as editoras independentes – para que o seu investimento no desenvolvimento a longo prazo dos artistas e no formato do álbum é mais uma vantajoso do que um risco na era do streaming. Com grandes editoras investindo consideravelmente em estratégias de marketing, os independentes estão a planear a longo prazo e, como resultado, estão a desenvolver negócios sustentáveis.

Outra observação interessante e positiva da pesquisa deste ano é que 76% dos artistas que assinaram com editoras independentes optaram por renovar os seus contratos no final do período. Este é, sem dúvida, um reflexo da estabilidade dentro das editoras que estão a trabalhar com esses artistas. As respostas demonstram que 42% dos funcionários das empresas independentes colaboram desde o início, um fato que vale a pena considerar no contexto da edição independente.

Estes dados refletem ainda um retrato interessante das empresas modernas de música independente –  as editoras de dimensão média têm agora 13,6 funcionários em regime de tempo integral, 3,2 funcionários em part-time e 97,6 artistas nos eu catálogo. Esta última estatística é relevante para o impacto positivo que o streaming está a ter nas empresas independentes com catálogos fortes que ajudam a aumentar o retorno financeiro.

Também vale a pena refletir sobre o que define “independente” em 2018 – o termo está certamente a evoluir na indústria da música moderna e, além das editoras, também engloba agora artistas que estão a lançar a sua música através de outros distribuidores.

A explosão global criativa e comercial do género grime, por exemplo, foi sustentada por este modelo.

O WINTEL 2018 revela que as receitas de autodesenvolvimento de artistas cresceram de US $ 94 milhões em 2016 para US $ 101 milhões em 2017. À medida que estes artistas constroem equipas para cumprir várias funções de edição, essa seção da comunidade musical independente crece significativamente.

Alison Wenham, CEO da WIN, disse: “As 2018 draws to a close, we are delighted to publish the third edition of the annual WINTEL report, which highlights the global independent market share increasing to an astounding 39.9% in 2017 a figure that outstrips both the major labels and overall music sector.  There are numerous interesting outcomes from this survey but one thing that really stood out for me is the fact that 76% of artists are choosing to renew their contracts with their labels, which shows that the indies are forging great bonds with those they represent. It has been another turbulent twelve months for our industry on a lot of levels but we have emerged with powerful new legislation to protect our businesses, fantastic growth in some unexpected territories and increasing support from music fans who have continued to enjoy and engage with the amazing music coming out of the worldwide independent community.”

Martin Mills, fundador do Beggars Group e presidente da WIN comentou: “With two out of every five ‘purchases’ of music going to the independent sector, now may be a good time to draw breath and celebrate this incredible achievement. In an era in which diversity of all kinds is prized, yet consolidation is the norm, for a cultural sector such as music to achieve such remarkable diversity of both art and business models is truly extraordinary, and due in no small part to our ability to be strong together through our collective organisations.”

O WINTEL estará disponível em versão impressa e online em www.winformusic.org.

A Worldwide Independent Network (WIN) é o órgão coordenador de associações comerciais independentes nacionais que representam a indústria da música editada ao nível mundial. Foi fundada em 2006 em resposta a questões globais de negócios, criatividade e acesso a mercados enfrentadas pelo setor independente. www.winformusic.org

 

AMAEI – Tomada de Posição sobre a Directiva de Cpyright

AMAEI – Tomada de Posição sobre Directiva de Copyright – Textos do Trílogo

 

Lisboa, 30 de Outubro de 2018

 

A AMAEI escreve esta carta para apoiar e assistir a um processo célere nas negociações do trílogo (Comissão Europeia / European Council / Parlamento) quanto à Directiva de Copyright.

 

A AMAEI, Associação de Músicos Artistas e Editoras Independentes é a associação fonográfica das editoras independentes e artistas auto-editados em Portugal. Contamos com mais de 75 associados e somos, a nível internacional, associados à IMPALA – European Music Companies Association em Bruxelas bem como à WIN – World Independent Network. Ao nível Europeu, representamos 80% das novas edições fonográficas. Similarmente, 80% dos empregos na indústria fonográfica no panorama Europeu são empregos com PME’s do sector da música independente.

 

Os nossos associados incluem tanto artistas de longa data, fundadores de novas editoras, como é o caso dos GNR – Grupo Novo Rock e a sua editora independente, Indiefada; artistas auto-editados reconhecidos ao nível nacional e internacional como The Gift – La Folie Lda.; e ainda novos talentos como Noiserv, We Bless This Mess e muitos outros, sejam auto-editados ou editoras independentes como a Blim Records, Lovers & Lollypops, UGURU e outras pequenas e médias empresas do sector da música independente nacional.

 

Aplaudimos o voto maioritário do Parlamento em Setembro a favor do texto do Relator Voss. A AMAEI e os seus associados apoiaram de forma assertiva o Artigo 13 da Directiva do Copyright, de forma a proteger os direitos dos nossos associados e o seu potencial rendimento face aos lucros das grandes plataformas como o YouTube. Tanto o texto do Conselho como o do Parlamento reforçaram a intenção inicial da Comissão sobre este ponto.

 

Este esclarecimento é o caminho certo para assegurar que as plataformas online partilham uma parte justa do seu rendimento com os criadores e empresas do nosso sector, sobretudo na óptica das plataformas que ainda não licenciam de forma justa os conteúdos musicais carregados pelos utilizadores.

 

Por outro lado, tanto o nosso sector como o restante sector fonográfico regressou, desde há cerca de três anos, ao crescimento graças às plataformas de streaming como a Apple Music, Spotify, Deezer e outros que de facto já licenciaram os seus conteúdos e efectuam remunerações de micro-pagamentos por stream.  Todos somados, estes rendimentos podem ser significativos para os nossos artistas e editoras independentes que beneficiam dos termos negociados pela MERLIN, agência digital global do sector independente: a MERLIN negoceia, em nome dos independentes, termos comerciais equivalentes aos das grandes editoras multi-nacionais, com plataformas como o Spotify e Apple Music, por exemplo. No entanto, é essencial que estas negociações do trílogo avancem de forma célere e conclusiva na resolução do chamado “value gap” causado pelas plataformas como o YouTube.

 

Assim, é também com agrado que constatamos nos textos da Directiva em preparação das negociações do trílogo vários excelentes textos que, para além do Artigo 13, defendem a transparência e a justa remuneração dos artistas (Artigos 14 e -14). No entanto, existem nuances nos textos da Directiva que mereceram a nossa atenção de forma a emitir esta tomada de posição por parte da AMAEI, pois existem algumas diferenças nos textos dos Artigos 14 a 16 do Conselho e do Parlamento.

 

Os independentes apoiam, como não poderia deixar de ser, a transparência e a justa remuneração, perante provisões e garantias equilibradas que não danifiquem a nossa habilidade de investir em novos talentos e construir novas carreiras, sejam de editoras independentes PME’s ou artistas auto-editados. O artigo -14 afirma esta necessidade, ainda que a AMAEI se preocupe com a possibilidade de referência a mecanismos estatutários ou negociações colectivas: esse tipo de abordagem iria colocar um peso orçamental no modelo de negócio actual das plataformas, levando muito provavelmente a uma redução nas receitas comerciais das editoras – no nosso caso, editoras independentes, muitas delas que pertencem aos próprias artistas intérpretes ou auto-editados.

 

Nesta perspectiva, os Associados da AMAEI, através desta tomada de posição, afirmam a sua preferência pela gestão individual dos seus direitos ao invés de uma gestão colectiva obrigatória ou qualquer mecanismo estatutário que, favorecendo os artistas executantes (que já receberam pelo seu trabalho em estúdio) iria prejudicar as editoras independentes e auto-editados. Mais, preocupa-nos a possibilidade de músicos executantes passarem a intervir directamente na exploração das gravações em que tocam, podendo proibir a sua passagem nas rádios, sincronizações audio-visuais, e outras explorações do trabalho gravado que actualmente são da competência dos artistas intérpretes e das suas (frequentemente próprias) editoras. Quando os Artigos 14 e 15 referem aqueles responsáveis por “contribuições significativas”, gostaríamos de ver esclarecido que se está a referir exclusivamente a artistas intérpretes e não a artistas executantes. Nessa lógica, acreditamos que são os contratos com as editoras que devem determinar a remuneração e não qualquer negociação colectiva ou estatutária.

 

Voltando aos pontos claramente positivos da Directiva, apoiamos de forma clara o Artigo 15: aí sim faz sentido que, através de uma negociação colectiva, os artistas intérpretes – e não os executantes, pois não satisfazem a definição de “contribuição significativa” – possam re-negociar contratos discográficos antigos celebrados antes da era digital. A AMAEI defende que esses contratos continham royalties demasiado baixos, deduções e outros descontos que, aceitando ainda com o benefício de dúvida de que fizessem sentido na era dos produtos físicos, deixaram de fazer sentido no digital. Mais, a AMAEI afirma-se plenamente contra más práticas de falta transparência que, estando claramente identificadas no Artigo 14, podem e devem ser contestadas invocando os textos do Artigo 15: não podemos aceitar editoras do século XXI que “arredondam” micro-pagamentos de streaming para 0, não pagando nada aos artistas. A AMAEI defende claramente a resolução de litígios conforme afirmada pelo Recital do Artigo 16.

 

Por último, a AMAEI defende também o Artigo 16(a) que confere o direito de revogação de contratos que não estejam a ser bem conduzidos pela editora, sejam em termos da sua devida exploração económica (como é o caso, em Portugal, de várias gravações históricas que estão fora de circulação), seja em termos da falta de transparência ou ausência total na comunicação dos royalties devidos a artistas.

 

Nesta nossa tomada de posição, afirmamos: qualquer má prática ou incumprimento contratual por parte de uma editora, seja ela multi-nacional, nacional, grande ou pequena independente, pode e deve levar a uma revogação do contrato ao qual o artista ficava sujeito no passado – e estas negociações podem e devem ser levadas a cabo por via de uma negociação colectiva.

 

Esperamos poder contar com o vosso apoio nestas abordagens às negociações do trílogo. Permanecemos, como sempre, disponíveis para esclarecer quaisquer questões adicionais que possam ter.

 

 

A Direcção,

 

Nuno Saraiva, Lusitanian

Pedro Nascimento, Turbina

Márcio Laranjeira, Lovers & Lollypops

Ricardo Ferreira, Blim Records

João Morais, O Gajo (em substituição de Nélson Graf Reis, Oh Lee Records / We Bless This Mess)

 

Workshops: Internacionalização da Música Portuguesa:: Redes Profissionais e Projetos Europeus

Lisboa – 17 de Novembro, 15h – Palácio Baldaya

Porto – 24 de Novembro, 15h – Casa da Música

São várias as redes e vários os projectos Europeus que têm surgido para potenciar a exportação e o intercâmbio cultural na área da indústria da música. Desde a rede EMEE – European Music Export Exchange, à rede INES – Innovation Network of European Showcases, passando por muitas outras iniciativas, tais como o Music Moves Europe Talent Award.
Com base no processo de internacionalização da música portuguesa que a plataforma Why Portugal tem levado a cabo nas várias missões internacionais e na relação estreita com os órgãos Europeus acima mencionados, propõe-se não só a apresentação de estudos de caso, como também de um conjunto de ferramentas e fontes de informação que se constituem como uma mais-valia para os artistas que pretendem investir na internacionalização.

WORKSHOP: Management – Lisboa (10 Out.), Coimbra (11 Out.) e Porto (12 Out.)

                         

A AMAEI, com o apoio da AUDIOGEST, regressam com os workshops, desta vez dedicados à gestão de carreiras.

Será nosso convidado Keith Harris.
Iniciou a sua carreira em Londres na Transatlantic records e ao longo do seu percurso profissional passou pela EMI Records, pela Motown e por empresas do artista Stevie Wonder.
Trabalhou com vários artistas, tais como Marvin Gaye, Diana Ross, Smokey Robinson, The Commodores, Rick James, The Supremes, Thelma Houston e muitos outros.
Criou a sua empresa, Keith Harris Music Limited, actualmente é presidente da Musictank e foi presidente da EMMA the European Music Managers Alliance e do MMF.

 

Inscrições para anarita@amaei.org ou 963314208 até dia 18 Maio (Lisboa) e 25 de Maio (Porto).

Condições: Gratuito para associados AMAEI e AUDIOGEST. Custo 10€ para o público em geral.

Merlin publica “Impact Report” na celebração do seu 10º aniversário

No seu 10º aniversário, a Merlin publica o “Impact Report” para celebrar o sucesso global das editoras independentes membro.

O relatório marca a primeira década da Merlin e procura explicar melhor como a estrutura única e o modelo de licenciamento veio permitir  ás editoras independentes competir no mercado da música digital – bem como um maior entendimento de como o streaming transformou a dinâmica comercial da música, e desvendou o verdadeiro valor do reportório independente no mercado global em expansão.

Atualmente, a Merlin representa mais de 20.000 editoras independentes em 55 territórios. Coletivamente, representam mais de 12% do mercado mundial da música digital.

O relatório, que pode ser consultado aqui, é acompanhado por um novo vídeo para celebrar o 10º aniversário de Merlin.

Principais destaques:

– A Merlin irá distribuir US $ 0,5 mil milhões por ano, aos associados;

– O reportório de membros da Merlin é o mais valorizado online e continua a captar subscritores;

– As editoras independentes estão a obter retorno financeiro em mercados que antes não eram representativos;

– A Merlin destaca um aumento de 36% no processamento mensal de dados.

Nova directiva sobre os direitos autorais a voto no Parlamento Europeu

A Google tem apostado numa campanha de desinformação sobre a nova política de direitos autorais. Todos os dias chegam aos deputados do Parlamento Europeu alegações falsas de que estará em causa o livre upload e acesso de informações na internet.

A comunidade artística independente manifestou-se através de uma declaração conjunta partilhada pela IMPALA, onde se pode ser:

“Representamos 4,5% do PIB da UE e 12 milhões de empregos europeus. Somos o coração e a alma da pluralidade e das identidades ricas da Europa. No dia 5 de julho pedimos que apoie o mandato adotado pela JURI em 20 de junho, que é o resultado de longas e intensas negociações. Há uma campanha de empresas de tecnologia que inundam as caixas de entrada dos eurodeputados com um alarmismo de que a directiva dos direitos de autor seria o fim da Internet. Por favor, note que este é o vigésimo aniversário da primeira reivindicação de que as disposições sobre direitos autorais iriam quebrar a Internet. Isso nunca aconteceu.

NÓS PRECISAMOS DE UMA INTERNET QUE SEJA JUSTA E SUSTENTÁVEL PARA TODOS ”

Veja a versão original AQUI.

 

LISTA DE ASSINATURAS:

  1. Abbro (Association of Bulgarian Broadcasters)
  2. ACT (Association of Commercial television in Europe)
  3. AIM (Association of Independent Music)
  4. AIPA (Collecting Society of Authors, Performers and Film Producers of Audiovisual Works of Slovenia)
  5. AMAEI (Associao de Musicos Artistas e Editoras Independentes)
  6. ANICA (Associazione Nazionale Industrie Cinematografiche Audiovisive Multimediali)
  7. Audiocoop (Independent Labels Meeting)
  8. BIMA (Belgian Independent Music Association)
  9. Bonnier Broadcasting
  10. Canal+
  11. CEDC (European Coalitions for Cultural Diversity)
  12. CEPI (European Coordination of Independent Producers)
  13. CEPIC (Centre of the Picture Industry)
  14. Confindustria Radio Televisioni
  15. DACIN SARA (Copyright in Cinematography and Audiovisual Society of Romanian Authors for Audiovisual Works)
  16. Directors UK
  17. Discovery
  18. DUP (Danish Independent Record Association)
  19. ECSA (European Composer and Songwriter Alliance)
  20. EIBF (European and International Booksellers Federation)
  21. ELIA (European League of Institutes of the Arts)
  22. EMC (European Music Council)
  23. EMEE (European Music Exporters Exchange)
  24. EMMA (European Magazine Media Association)
  25. ENPA (European Newspaper Publishers’ Association)
  26. EPC (European Publishers Council)
  27. ETC (European Theatre Convention)
  28. Eurocinema (Association de Producteurs de Cinéma et de Télévision)
  29. European Leagues
  30. EVA (European Visual Artists)
  31. FAC (Featured Artists Coalition)
  32. FAMA (Film and Music Austria)
  33. Fedicine (Federación de Distribuidores Cinematográficos)
  34. FEP (Federation of European Publishers)
  35. FIAD (International Federation of Film Distributors’ Associations)
  36. FONO (Association for Norwegian Record Companies)
  37. GAM (Guild of Artists of Music)
  38. Gesac (European Grouping of Societies of Authors and Composers)
  39. IAO (International Artist Organisation)
  40. ICMP (International Confederation of Music Publishers)
  41. IFPI (International Federation of the Phonographic Industry)
  42. IFRRO (International Federation of Reproduction Rights Organisations)
  43. IMPALA (Independent Music Companies Association)
  44. IMPF (Independent Music Publishers International Forum)
  45. INDIECO (Finnish indie labels and producers association)
  46. INDIESUISSE (Association of Swiss Independent Music Labels and Producers)
  47. IPA (International Publishers Association)
  48. KEA
  49. LATGA (Lithuanian Copyright Society)
  50. Mediapro
  51. Mediaset España
  52. MPA (Motion Picture Association)
  53. News Media Europe
  54. PMI (Produttori Musicali Indipendenti)
  55. PRS for Music
  56. Res Artis (Worldwide Network of Artist Residencies)
  57. SAA (Society of Audiovisual Authors)
  58. SABAM (Société d’Auteurs Belge – Belgische Auteurs Maatschappij)
  59. SACD (Société des Auteurs et Compositeurs Dramatiques)
  60. Sgae (Sociedad General de Autores y Editores)
  61. SIAE (Società Italiana degli Autori ed Editori)
  62. Sky
  63. SOM (Svenska Oberoende Musikproducenter)
  64. Sony Music
  65. SPIO (Spitzenorganisation der Filmwirtschaft (Association of the German Film Industry))
  66. STM
  67. STOMP (Stichting onafhankelijke muziek producenten)
  68. Stowarzyszenie Kreatywna Polska (Creative Poland Association)
  69. Stowarzyszenie Sygnał (Audiovisual Association for the protection of Intellectual Property Rights)
  70. TF1
  71. TVN
  72. OTM (On The Move)
  73. UFI (Union Fonogragrafica Independiente)
  74. UNIC (International Union of Cinemas)
  75. Universal Music Group
  76. UPFI (Union des Producteurs Phonographiques Francais Independants)
  77. VAP (the anti-piracy group for film and video in Austria)
  78. VAUNET (Association of Commercial Broadcasters and Audiovisual Services in Germany)
  79. VdFS (Verwertungsgesellschaft der Filmschaffenden)
  80. VÖP (Association of Commercial Broadcasters in Austria)
  81. VTMOE (Austrian Association of Independent Music)
  82. VUT (German Association of Independent Music Companies)
  83. Warner Music Group
  84. Yourope (European Festival Association)

AMAEI desenvolve 1º volume do Acervo da Música Independente Portuguesa

O primeiro volume do Acervo da Música Independente Portuguesa, proposto pela AMAEI, é um projecto de investigação, levantamento, documentação e promoção do património musical artístico contemporâneo nacional que visa catalogar pela primeira vez a vasta quantidade de edições independentes, sejam de editoras musicais independentes sejam auto-edições de artistas. Começando pelos mais de 70 associados
da AMAEI, mas visando também consultar a Fundação GDA de forma a conhecer melhor o universo dos artistas auto-editados, já que a Fundação GDA promove todos os anos apoios à auto-edição, o primeiro
volume do Acervo visa colmatar a quase total ausência de catalogação que possa promover o sector da música independente, física ou digital: o sector musical que se encontra actualmente em maior
crescimento, sendo 80% das novas edições contemporâneas edições independentes (de acordo com a informação da IMPALA – European Music Companies Association). Assim, o objectivo é iniciar a
publicação de um catálogo online, a ser apresentado ou inaugurado na Assembleia Geral da AMAEI durante o Westway LAB Festival e Conferência Profissional de Música, em Guimarães, em Abril 2019; bem como a edição impressa deste primeiro volume na última AG da AMAEI no mês de Novembro deste ano.

O projecto será liderado por Pedro Nascimento, director, produtor e editor da Turbina, e também actual Vice-Presidente da AMAEI. Contará, durante a actual licença sabática da Directora Executiva da AMAEI
Ana Figueiredo (Doutoramento), com a assistência da Coordenadora Executiva, Ana Rita Feijão, levando a cabo entrevistas com os associados que visam recolher os dados informativos sobre as edições, bem
como links digitais para os discos em si (sempre que existam). Este trabalho será levado a cabo tanto através do contacto individual com os associados, bem como com a divulgação do projecto nos workshops
regulares da AMAEI em Lisboa, Porto, e outras localidades, de forma a promover a participação no mesmo. Em paralelo, o Presidente Nuno Saraiva irá abordar a Fundação GDA para obter o seu contributo referente ao programa de apoio às auto-edições de artistas. Esta primeira edição do Acervo da Música Independente Portuguesa contará também com entrevistas a editores históricos do mundo da edição fonográfica independente nacional, complementando as páginas do catálogo impresso com conteúdos históricos e informativos que visam complementar as listagens de repertórios e catálogos de cada editora.

Após a sua publicação, o Acervo contará com a comunicação e promoção a todos os meios de comunicação social não só através de press releases e comunicados da própria Associação, como também dos seus Associados, começando pela actual direcção: Nuno Saraiva (SCL / Lusitanian Music); Pedro Nascimento (Turbina); Ricardo Ferreira (Blim Records); Márcio Laranjeira (Lovers & Lollypops); e João Morais (O Gajo).

Apoios:

 

WORKSHOP: Modelos de Contrato 360º – 19 de Maio (Lisboa) e 26 de Maio (Porto)

No mês de Maio voltamos a Lisboa e ao Porto para mais dois workshops AMAEI sobre Modelos de Contrato 360º. É nosso orador convidado Francisco Borges, músico e advogado.

Lisboa: 19 de Maio, Lisboa, Salão Nobre do Palácio Baldaya (inscrições até 18 de Maio às 17h)

Porto: 26 de Maio, Porto, Casa da Música (inscrições até 25 de Maio às 17h)

Os novos modelos de contrato de edição fonográfica e os modelos 360º ou Contrato de Direitos Múltiplos surgiram com a necessidade das editoras se reinventarem, após a perceção de algumas ameaças ao retorno do investimento financeiro realizado, resultantes da rápida evolução do mercado digital.

Os modelos de contratos 360º abrangem várias atividades para além da edição, como o management, a promoção/comunicação, o booking, etc. Assistimos assim à criação de epicentros onde se concentram todos os serviços.

São algumas as questões que se colocam, sendo por isso fundamental perceber como funciona esta modalidade de contrato para fazer escolhas de forma informada.

A programação de workshops AMAEI 2018 tem o apoio da Audiogest.

Inscrições para anarita@amaei.org ou 963314208 até dia 18 Maio (Lisboa) e 25 de Maio (Porto).

Condições: Gratuito para associados AMAEI e AUDIOGEST. Custo 10€ para o público em geral.

WORKSHOP: Distribuição e Marketing Digital na Música – 13/04/2018 – 16:00 no Palácio do Centro Cultural Vila Flor

WORKSHOP: Distribuição e Marketing Digital na Música – 13/04/2018 – 16:00 no Palácio do Centro Cultural Vila Flor

Em Abril, viajamos até Guimarães para um novo workshop AMAEI sobre Distribuição e Marketing Digital na Música, este inserido na programção do Westway LAB PRO. Dia 13 de Abril, sexta-feira, pelas 16h, no Palácio do Centro Cultural Vila Flor.

São nossos convidados Raquel Lains (Let’s Start a Fire) e Vítor Macedo (Altafonte).

Em 2016, a distribuição digital gerou 50% das receitas globais da música editada. No entanto, são muitas as questões relativas à rentabilidade e credibilidade das plataformas de distribuição. É fundamental perceber como funcionam estas plataformas para fazer escolhas de forma informada no momento de assinar um contrato de distribuição digital.

A par da distribuição digital, a comunicação e o marketing online revestem-se hoje da maior importância na divulgação de música. Com as novidades tecnológicas em constante desenvolvimento, uma actualização constante de conhecimentos é uma necessidade na comunicação cultural.

O desafio atual de cada artista/empresa passa por uma estratégia integrada, entre o offline e o online.

1ª Parte: Distribuição com Vítor Macedo (Country Manager Altafonte)

2ª Parte: Marketing e Comunicação Digital com Raquel Lains (Let’s Start a Fire)

A programação Workshops AMAEI 2018 tem o apoio da AUDIOGEST.

As inscrições estão abertas até dia 12 de abril às 17h para anarita@amaei.org ou 963314208.

Condições: Gratuito para associados AMAEI, AUDIOGEST e para os participantes do Westway LAB PRO. Custo 10€ para o público em geral.